quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Um documento para nos atentarmos...


No mundo do trabalho não tem jeito: o trabalhador e o trabalho fecharão o fluxo de expropriação da força de trabalho, quando são transformados em mercadoria pelo capital, mediados pelo salário este por sua vez composto pelo valor (determinado em última instância pelo mercado). Em um mundo globalizado a cultura acaba se tornando uma só para todos, muitas vezes suplantando e substituindo os pensamentos e costumes locais, revelando a real característica dessa culturalização: ganhar mercado e fazer todos consumirem uma mesma ideologia e cultura. Ao verificarmos que importamos elementos culturais de outros países, tornamos um elemento presente nas sociedades desde que o ser humano se organiza, em mais um produto. De que formas então poderíamos criar políticas que integrem sociedade, arte e cultura afim de trazer de volta nossos costumes, tradições, nossa cara? 

"Quando a discriminação e a intolerância contra imigrantes de todo o mundo, assim como contra indígenas, idosos, deficientes e pobres, ganham proporções descomunais, parece imperar uma desesperança generalizada (...) Quando tal panorama global parece constituir a nossa irremediável realidade e destino, vale a pena repensar a vida, voltar às raízes, reler-nos no espelho de obsidiana com tela de plasma e visualizar os caminhos possíveis e as novas alternativas a partir do âmbito local, para renovar e reconceitualizar nossos vínculos com o global." (pg. 140)

Acho que vale a pena dar uma verificada, mesmo que um primeiro momento a palavra itaú surja como um empecilho, entretanto uma série de pensadores, gestores e teóricos participaram ad construção deste documento. Devemos sempre tomar cuidado com os interesses e os jogos de poder, mas não podemos deixar nos escapar os instrumentos criados nesses âmbitos e apropriarmos deste conhecimento, pois de alguma forma pode nos ser útil.

Abaixo segue o link.



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